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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

25 coisas que você não sabe (ou sabe) a meu respeito.


Sem assunto para essa semana que se inicia, resolví ser um pouco egoísta, mas ao mesmo tempo fazer um exercício de consciência sobre o que é relevante ou não em minha vida. As vezes sinto que me irrito com coisas relativamente pequenas aos olhos da maioria, ou amo futilidades. Desta forma, compartilharei minha auto análise com vocês: 25 coisas a meu respeito.

1) Eu odeio me atrasar, por mais que eu me atrase bastante.
2) Vou pra cozinha sempre que necessário, e na maioria das vezes gosto do resultado.
3) Não agüento discutir ou ficar perto de pessoas que discutem o tempo todo.
4) Gosto de tomar banho sempre que fico suado ou com os pés sujos.
5) Eu detesto inhame.
6) Eu amo as músicas dos Ramones.
7) Acho o cúmulo da falta de berço e de educação mastigar de boca aberta.
8) Meu filme favorito é Laranja Mecânica.
9) Eu nunca durmo antes de uma da manhã por mais que eu tente.
10) Ônibus são a forma de transporte que menos gosto.

11) Meu pecado de consumo é cerveja e boa comida mesmo quando não posso.

12) Eu não gosto de fazer compras em supermercados pequenos.
13) Eu resisti ao amor por anos, mas agora não sei o que faria sem ele.

14) Acho um crime o que a maioria das rádios e TV's comerciais fazem: Ganhar dinheiro às custas da alienação ou da ignorância popular.
15) Eu não suporto organizações religiosas ortodoxas.
16) Eu amo aquele refrigerante H2Oh.

17) Eu queria me viciar em exercícios físicos pois estou me odiando acima do peso.
18) Eu tenho mais amigas do que amigos.

19) Eu adoro cantar e tocar com uma banda, mesmo que sem um motivo especial.

20) Sou fascinado por futebol e suas histórias.

21) A maior parte do meu tempo livre passo dormindo, na internet ou vendo TV mesmo.
22) Amo meus violões e guitarras mais que muita gente.
23) Minha cidade favorita no mundo todo é Belo Horizonte.
24) Levei 9 anos pra escolher um curso superior em definitivo.
25) As vezes tenho medo de altura.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

O que é música boa???


Por que ficamos tão acostumados a julgar o valor da música, apontar seus defeitos e qualidades simplesmente por conta do nosso gosto pessoal? Toda essa história chega a ter consequências absurdas, transformando o gosto de alguns numa regra, ou lei, que somos obrigados a seguir sob pena de sermos ridicularizados, colocados de lado se não seguirmos os padrões criados por estes manipuladores de desejos.

A música é natural, viva, de alguma forma ela tem o poder de conectar os humanos com outras dimensões, trazer sentimentos dormentes à tona, nos faz chorar, rir, ter medo, coragem. Enfim, ela nos completa, nos ajudando a encontrar o caminho verdadeiro, sem a imposição de livros sagrados, templos ou outras histórias que parecem ser mais contos da Carochinha do que uma descrição histórica da realidade.

Em muitas culturas, principalmente em várias tribos africanas, o conceito de música boa ou ruim não existe, a música é simplesmente música, eles não entedem o conceito de julgar o seu valor. Primeiro porque eles não a comercializam e segundo porque ela é usada em momentos importantes da vida tribal, como nascimentos, casamentos, puberdade e outras cerimônias, onde o dinheiro não exerce o seu poder corrupto. Ela faz parte da vida, do crescimento e do auto-conhecimento de cada um de nós, você sendo músico ou não.

Muita gente se acha superior porque gosta de certo estilo musical, principalmente os amantes do jazz e da música clássica e nem mesmo consideram música aquilo que não gostam. Isso é arrogância pura. São músicos que não se misturam por se sentirem superiores, até humilhando as pessoas por causa desta suposta superioridade. Pior ainda são os pseudo fãs musicais que não tocam “porra” nenhuma, escutam música por causa de valores nacionalistas, ou por qualquer outro motivo patético como este, e se sentem no direito de julgar tudo, mesmo não sabendo nada. Com isto foi criada uma profissão muito estranha, a do crítico musical, ou seja, a lei quando se fala em “qualidade” musical. Estes “Cardeais” da qualidade musical são de dar pena, apesar de alguns se limitarem a dar a sua opinião pura e sincera, mas mesmo assim é muito estranho que muita gente dependa de um crítico para escutar algo de novo.

Precisamos disso realmente? Será que a gente não tem capacidade de escolher as coisas de que a gente nescessita? O que seria de Hermeto Pascoal, Igor Stravinski, Frank Zappa ou o Calypso – sim o Calypso aqui do Brasil – se eles fossem se guiar pelos “Cardeais” da opinião musical, acatando suas leis de como deve ser feita uma música?

Outra consequência deste julgamento sem sentido são os prêmios musicais. A gente vê que não existe um prêmio que é unânime, simplesmente porque esta unanimidade não existe na música. O voto da maioria é considerada como “o melhor”, mas isso é uma imposição, uma ilusão. É como acontece em todas as eleições. Apesar de ser uma ferramenta fundamental para a Democracia, a gente tem o exemplo aqui mesmo no Brasil onde a maioria elege o que não é nescessariamente a melhor opção. Inclusive as pesquisas eleitorais já elegeram o nosso próximo presidente, muito antes das urnas serem usadas. É assim que encontramos o ideal, o melhor?

São constantes os ataques dos “Cardeais” musicais àquilo que eles não gostam, principalmente os mais velhos, que tem na sua juventude as melhores lembranças da vida, transformando o presente num lixo, pobre, sem inspiração, fazendo com que o crítico ataque de maneira vulgar e desrespeitosa a música que ele não entende. Por isso estes prêmios não têm nada a ver com a música em si, tem mais a ver com a política, moda, com o momento atual das coisas, abusando do poder dos rítmos e harmonias para fins egoístas e narcisistas.

Só faço uma ressalva quanto à picaretagens, como de quem inventa uma frase de efeito em um brainstorm pra ficar repetindo e repetindo na cabeça do povo, coloca um ritmo repetitivo que gruda na cabeça do caboclo, depois devidamente embalado compra espaço nas rádios comerciais que fazem a sua parte suja do negócio da alienação de fazer a lavagem cerebral aos que pensam que música só existe a um apertar de botão no rádio ou naquele programa da Redetv. Só abro essa excessão, porque pra mim isso não é música de forma alguma, música não se faz com os bolsos e abusando da ignorancia popular ao meu ver.

Livre-se de preconceitos e respeite a música, respeite você mesmo, cada um de nós tem o poder – mas talvez ainda não tenhamos a capacidade – para decidir o que nescessitamos para viver. Se certo estilo de música existe, ela é digna de respeito, goste você ou não.

Créditos ideológicos ao Andreas Kisser, guitarrista, violonista, letrista, back vocal de um monte de projetos mundo afora e atualmente líder da banda Sepultura.

Abraços e Fiquem com Deus! Boa semana!

Dadö.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Eleições 2010


Só pra não falar que fiquei em cima do muro, compartilho minha opinião com vocês sobre as eleições:

Desculpem amigos, vou votar no S erra

Desculpem amigos, vou votar no Serra. "Cansei...Basta"! Vou votar no Serra, do PSDB. Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio. O alimento está barato demais. O salário dos pobres aumentou, e qualquer um agora se mete a comprar, carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte. Cansei dos bares e restaurantes lotados nos fins de semana. Se sobra algum, a gentalha toda vai para a noite. Cansei dessa demagogia. . Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus celulares. . O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega... . Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro a juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. " É uma vergonha! ", como dizia o Boris Casoy. Com o Serra os congestionamentos vão acabar, porque como em S.Paulo, vai instalar postos de pedágio nas estradas brasileiras a cada 35 km e cobrar caro. . Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo do Diamond Mall, agora, se vende até no camelô do Oiapoque, 25 de Março e no Braz. . Vergonha, vergonha, vergonha... . Cansei de ir em banco e ver aquela fila de idosos no Caixa Preferencial, todos trabalhando de office-boys. . Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do sítio do meu pai agora virou "empreendedor" no Nordeste. Pode? Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo,SBT,Band, RedeTV, CNT, Fôlha SP, Estadão, etc.). A coitada da "Veja" passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o fim do mundo. . Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito... Meus amigos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa raça. Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do Brasil? Diga aí, seu Lula... . Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria (73% da população, hoje, tem casa própria, segundo pesquisas recentes do IBGE). E os coitados que vivem de cobrar aluguéis? O que será deles? Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim... . Vou votar no Serra. Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros. Chega dessa baboseria politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. O motor da vida é a disputa, o risco... Quem pode, pode, quem não pode, se sacode. Tenho culpa eu, se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar, vagabundos, porque no capitalismo vence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior. . Eu ia anular, mas cansei. Basta! Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido. Quero minha felicidade de volta.”

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Essa semana pensando e escrevendo ao som do Intimidades - Lô Borges (quase furando o disco!)
Acústico - Lobão (Músicas muito bonitinhas! hehe)
e ouvindo também o novo do Iron Maiden ( The final frontier - é como estar apaixonado pela 10ª vez em alguns anos pela mesma pessoa...)

Besos!

São Bruno


Eu demorei mais fiquei com vontade de comentar o caso do agora ex-goleiro Bruno Souza, daí vocês pensam, e vêm mais uma desse assunto chato... Mas porque não, já que isso aqui é só um blog que nem se atreve ao profissionalismo e sim á descarada opinião pesada? (Um riso leve)

Fico assistindo aos noticiários e pensando em toda essa situação e penso que as maior dádiva divina da formação humana é a educação familiar e capacidade de se ter um senso ético se aproveitando disso.

Bruno estudou no mesmo modelo de escola pública que vários Médicos, Advogados e outros tipos de profissionais liberais estudaram e se deram bem. E estará pobre daqui a algum tempo...

Bruno era um atleta de alta performance, tendo a sua disposição os melhores nutricionistas, os melhores aparelhos, enfim uma das melhores infraestruturas pra quem gostaria de estar com a saúde em dia. Era constantemente encontrado em festas com drogas, bebidas em excesso, cigarros e outros artifícios que contradizem sua formação como jogador de Futebol, o sonho de 8 entre 10 crianças brasileiras...

Bruno veio de família humilde, criado pela a avó, a acompanhava em cultos evangélicos, "puxava" orações em preeleções nos times em que passou e sempre apontava os dedos aos céus, agradecido por ser seguidor de Jesus Cristo. Hoje em dia lê a bíblia enclausurado por ter se desviado de pelo menos uns 3 ou 4 mandamentos da constituição das diretrizes do profeta Moisés...

Com base nessas observações, imagino que ir a escola, a academia de ginástica e a igreja aos fins de semana não garante a plenitude de um céu a ninguém que trata sua vida apenas enxergando em um espelho de vaidades, você mesmo dentro de uma roupa de fitness, fazendo cara de intelectual em um ambiente acadêmico ou entoando hinos de autoflagelação dentro de um templo "sagrado", mas sem a alma de quem se prontifica a refletir sobre suas atitudes todo o tempo... sei lá, deve ser mais ou menos por aí...

E assim Bruno se torna mais um bode expiatório de nossas misérias e preguiças... Mas quem falou que viver era fácil?


Bom fim de semana, meus amigos e fiquem com Deus.

Dado.

quarta-feira, 7 de julho de 2010


Amor próprio é o nome que damos à aquele sentimento de auto afirmação de imposição ao mundo em que vivemos, de que temos nossos valores, nossa formação nossas certezas, enfim diversos predicados que enxergamos em nossos espelhos abstratos e até materiais e não abrimos mão e nem temos receio de mostramos ao mundo quando tais são minimamente exigidos.

Mas percebo que infelizmente, as vezes esse tal amor próprio tem sido confundido com uma montanha constituida pelo próprio ego e não descemos dessa em hipótese alguma por um orgulho infantil, na necessidade de ter reconhecimento não de fato ou de direito, e sim por uma ditadura de nossa própria formação por simplesmente acreditarmos que vivemos em verdadeiras pasárgadas ou que nossos pais e amigos de infância são verdadeiros titâs da Grécia antiga, nos esquecendo do lado humano e das falhas de nossa criação e nichos de maturação.

Essa semana refletí sobre a ótica de amor próprio, e sentí que não se trata de nada disso... Penso que assim como nos doamos ao amor do próximo, fazendo o possível e o impossível para agradar, muitas vezes nos somos descuidados até demais as vezes...

Amor próprio ao invés de querer PARECER bom (e bem!) aos olhos dos outros não deveria ser procurar REALMENTE estar de bem com a vida e transmitir isso ao mundo em que vivemos?

Não coloco condições mirabolantes para que isso aconteça, mas sim que façamos o possível por nossa saúde fisiológica, que tratemos com carinho nossa saúde financeira, que dispensemos um cuidado especial com o ambiente onde vivemos e frequentamos, procuremos elevar a cada dia nosso senso crítico dando valor a quem merece e trabalha com honestidade e seriedade e que possamos ter algum tempo para apertar os laços familiares e também das amizades sinceras.

Frequentemente reclamamos do rumo de nossas vidas e de nossa sorte, mas nos esquecemos que os maiores responsáveis por tudo somos nós mesmos e nossa falta de amor próprio.

Se tu for parar pra pensar, estima por alguém é algo tão raso, incompleto... então porque a tal da autoestima, não pode vir de um autoamor?

Um abraço amigos! Boa semana e fiquem com Deus.

Dado.

sábado, 3 de julho de 2010

Me desculpem a falta de postagens logo cedo...

Daqui a pouco colo algo aqui e dou boa semana, amigos!

Abraços: Dado